A · incorreta
Incorreta. Não é seguro dispensar seguimento apenas porque o ultrassom sugeriu hemangioma, especialmente em paciente com potencial hepatopatia crônica e lesão de 3,2 cm.
Resposta correta: alternativa D. Tema: investigação de nódulo hepático em paciente com risco de hepatopatia crônica antes de assumir hemangioma benigno.
Paciente de 65 anos, sexo masculino, comparece ao consultório trazendo o resultado de exame de ultrassonografia do abdome que foi realizada para controle de cálculo renal, cujo resultado evidenciou nódulo hipoecogênico localizado no lobo esquerdo do fígado, de 3,2cm de diâmetro. O laudo do ultrassonografista sugere hemangioma. Durante a consulta, o paciente não manifestou nenhuma queixa e relatou que ingere bebidas alcoólicas quase diariamente há vários anos. Em relação a essa situação, qual deve ser a conduta MAIS ADEQUADA neste momento?
A alternativa correta é a D: Solicitar exame de imagem com contraste venoso, exames laboratoriais para avaliação da função hepática e dosagem de alfa-fetoproteína.
Em revisão · passível de atualização
Comentário em produção.
Caracterização de nódulo hepático incidental em paciente com risco de hepatopatia crônica
Incorreta. Não é seguro dispensar seguimento apenas porque o ultrassom sugeriu hemangioma, especialmente em paciente com potencial hepatopatia crônica e lesão de 3,2 cm.
Incorreta como melhor conduta. Seguimento ultrassonográfico seriado pressupõe que a lesão já esteja adequadamente caracterizada como benigna; aqui essa caracterização ainda não foi feita.
Incorreta. Biópsia não é o primeiro passo para uma lesão hepática potencialmente caracterizável por imagem e pode ser desnecessária ou inadequada antes de TC/RM multiphasica.
Correta. Imagem contrastada, avaliação laboratorial hepática e AFP no contexto de suspeita de hepatopatia/HCC permitem caracterizar a lesão e estratificar risco antes de qualquer abordagem invasiva.
Na época da prova, diretrizes de HCC já recomendavam caracterização por imagem dinâmica multiphasica de nódulos suspeitos em pacientes de risco, reservando biópsia para situações não diagnósticas pela imagem.
Em 2026, permanece o princípio de que lesão focal hepática em paciente de risco deve ser caracterizada com TC/RM multiphasica; biópsia é seletiva. AFP pode integrar avaliação, mas não substitui imagem diagnóstica.
Não há mudança capaz de alterar o gabarito. O ponto moderno é reforçar que AFP isolada não diagnostica HCC e que o valor decisivo está na caracterização por imagem contrastada multiphasica.
AREMG / PSU Minas Gerais · Processo Seletivo Unificado de Residência Médica de Minas Gerais — PSU MG 2025 — Prova Geral Tipo 1.
Próximo passo
Responda uma amostra equilibrada e receba uma estimativa por área, com prioridade de revisão.