A · incorreta
Incorreta. Restrição isolada de carboidratos e meta de levar rapidamente o escore-Z a zero não representam manejo pediátrico adequado; o objetivo é mudança sustentável e crescimento saudável.
Resposta correta: alternativa C. Tema: diagnóstico de obesidade grave por IMC para idade e avaliação de comorbidades metabólicas.
Criança de 5 anos e 6 meses compareceu à Unidade Básica de Saúde para consulta de rotina em Pediatria. A mãe se mostra preocupada com a alimentação da criança, pois esta se baseia em poucos alimentos, a saber: arroz, batata, macarrão e carne de frango ou ovo. Não aceita outros legumes, verduras ou quaisquer frutas. Gosta de doces e salgadinhos industrializados. Hoje, na avaliação pôndero estatural, tem peso de 29Kg (Escore-Z no gráfico da Organização Mundial de Saúde - OMS - entre + 2 e +3) e estatura 116cm (EscoreZ no gráfico da OMS entre 0 e +1) e IMC de 21,5 (Escore-Z no gráfico da OMS =3). Diante do caso apresentado e considerando os distúrbios nutricionais na infância, é CORRETO afirmar que:
A alternativa correta é a C: O diagnóstico de obesidade grave torna necessário a recomendação de prática de atividades físicas, bem como avaliação laboratorial de perfil lipídico e glicêmico.
Em revisão · passível de atualização
Comentário em produção.
Obesidade grave e seletividade alimentar na infância
Incorreta. Restrição isolada de carboidratos e meta de levar rapidamente o escore-Z a zero não representam manejo pediátrico adequado; o objetivo é mudança sustentável e crescimento saudável.
Incorreta. Seletividade alimentar pode justificar investigação dirigida, mas não reposição automática de ferro, vitaminas A e D sem indicação clínica/laboratorial.
Correta. Obesidade grave exige promoção de atividade física e avaliação de comorbidades metabólicas, incluindo perfil lipídico e glicêmico conforme risco.
Incorreta como melhor resposta. O padrão alimentar seletivo merece avaliação, mas o enunciado não estabelece por si só diagnóstico de ARFID; a obesidade grave e seus riscos são o eixo dominante.
A abordagem vigente já priorizava intervenção de estilo de vida centrada na família e rastreio de comorbidades em crianças com obesidade, evitando dietas restritivas simplistas.
Em 2026, permanece recomendada intervenção comportamental e de estilo de vida intensiva, familiar e multicomponente. Obesidade grave aumenta a necessidade de rastrear comorbidades metabólicas e psicossociais.
Sem mudança de gabarito. A prática atual reforça ainda mais tratamento precoce, estruturado e sem estigmatização.
AREMG / PSU Minas Gerais · Processo Seletivo Unificado de Residência Médica de Minas Gerais — PSU MG 2025 — Prova Geral Tipo 1.
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