A · incorreta
Incorreta. Não há dados de hemólise, enzimas hepáticas elevadas e plaquetopenia para o diagnóstico de HELLP, e a hidralazina não previne a eclâmpsia.
Resposta correta: alternativa D. Tema: pré-eclâmpsia grave: diagnóstico e profilaxia da eclâmpsia.
Primigesta de 37 anos, tabagista, idade gestacional de 34 semanas, vai à maternidade queixando-se de cefaleia intensa, epigastralgia e alterações visuais. Exame físico: AFU 30 cm, MF +, DU negativa, PA 160/120 mmHg. O diagnóstico mais provável e a medicação indicada nesse momento são, respectivamente:
A alternativa correta é a D: pré-eclâmpsia grave e sulfato de magnésio.
Revisado editorialmente
Pressão de 160/120 com cefaleia, epigastralgia e alterações visuais, sem convulsão, é pré-eclâmpsia grave com sinais de iminência de eclâmpsia, tratada com sulfato de magnésio.
Pré-eclâmpsia grave: diagnóstico e profilaxia da eclâmpsia.
Chamar de eclâmpsia o quadro sem convulsão, ou tratar só a pressão.
Pré-eclâmpsia grave: sulfato de magnésio, anti-hipertensivo e planejamento do parto.
Incorreta. Não há dados de hemólise, enzimas hepáticas elevadas e plaquetopenia para o diagnóstico de HELLP, e a hidralazina não previne a eclâmpsia.
Incorreta. Não houve convulsão para o diagnóstico de eclâmpsia, e o benzodiazepínico não é a droga de escolha.
Incorreta. A metildopa é anti-hipertensivo de manutenção, sem ação para a prevenção da eclâmpsia ou o controle da crise hipertensiva.
Correta. Pressão de 160/120 com cefaleia, epigastralgia e alterações visuais, sem convulsão, é pré-eclâmpsia grave com sinais de iminência de eclâmpsia, tratada com sulfato de magnésio.
Incorreta. A eclâmpsia exige convulsões, que a paciente não apresentou.
EBSERH / Instituto AOCP · Exame Nacional de Residência — ENARE 2021/2022 — Acesso Direto — Prova 1.
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