A · incorreta
Incorreta. A hepatite autoimune cursa com predomínio de transaminases, e a colestase é mais marcante aqui.
Resposta correta: alternativa D. Tema: diagnóstico da colangite biliar primária.
Mulher de 65 anos procura o gastroenterologista com queixas de astenia, prurido palmar e plantar e elevação de fosfatase alcalina (1005 UI/ml) e Gama GT (1200 UI/ml). As enzimas hepáticas TGO e TGP estão elevadas (300 e 250 UI/ml, respectivamente) e a bilirrubina total é de 6,0 mg/dl, às custas da bilirrubina direta. Apresenta plaquetopenia de 85.000/mm³, e a ultrassonografia de abdômen aponta alterações compatíveis com doença parenquimatosa crônica do fígado, sem dilatação das vias biliares intra e extra-hepáticas e vesícula biliar anecoica. A principal hipótese diagnóstica para o caso e o exame complementar a ser solicitado são, respectivamente:
A alternativa correta é a D: colangite biliar primária; antimitocôndria;
Revisado editorialmente
Colestase com prurido em mulher de 65 anos sugere colangite biliar primária, e o anticorpo antimitocôndria confirma.
Diagnóstico da colangite biliar primária.
Escolher hepatite autoimune pelo gênero e pela idade, ignorando o padrão colestático.
Mulher com prurido e fosfatase alcalina alta, sem obstrução: colangite biliar primária e antimitocôndria.
Incorreta. A hepatite autoimune cursa com predomínio de transaminases, e a colestase é mais marcante aqui.
Incorreta. A colangite esclerosante primária acomete mais homens jovens com doença inflamatória intestinal.
Incorreta. O anti-LKM1 relaciona-se à hepatite autoimune tipo 2, e não à colangite biliar primária.
Correta. Colestase com prurido em mulher de 65 anos sugere colangite biliar primária, e o anticorpo antimitocôndria confirma.
Incorreta. Não há fármaco indutor e o padrão é colestático crônico, não hepatite medicamentosa.
EBSERH / FGV · Exame Nacional de Residência — ENARE 2024/2025 — Acesso Direto — Tipo 1.
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