A · incorreta
Incorreta. O sucralfato não trata a inflamação eosinofílica.
Resposta correta: alternativa E. Tema: tratamento da esofagite eosinofílica.
Um homem de 31 anos, previamente saudável, apresenta-se com uma história de 2 anos de disfagia intermitente, principalmente para alimentos sólidos. Relatou 2 episódios de impactação alimentar, com necessidade de endoscopia digestiva alta de urgência. Estava em uso de esomeprazol (40 mg ao dia) há 6 meses, sem melhora significativa dos sintomas de disfagia. Realizou recentemente nova endoscopia, em que a biópsia foi compatível com esofagite eosinofílica, sem estenose esofágica. Foi orientado a restringir alimentos que pudessem estar associados com essa forma de esofagite. Contudo, não houve resposta satisfatória. Nesse caso, a estratégia de intervenção mais adequada é:
A alternativa correta é a E: associar um esteroide tópico (como fluticasona ou budesonida) por via oral.
Revisado editorialmente
Na esofagite eosinofílica sem resposta a inibidor de bomba e à dieta, usa-se corticoide tópico deglutido, como fluticasona ou budesonida.
Tratamento da esofagite eosinofílica.
Insistir em inibidor de bomba ou em drogas sintomáticas em vez de passar ao corticoide tópico.
Esofagite eosinofílica sem resposta a IBP e dieta: corticoide tópico deglutido.
Incorreta. O sucralfato não trata a inflamação eosinofílica.
Incorreta. Trocar de inibidor de bomba de prótons não muda o desfecho em quem não respondeu ao esomeprazol.
Incorreta. A terapia biológica, como dupilumabe, é reservada a casos refratários ao corticoide tópico.
Incorreta. Os procinéticos não tratam a doença nem a disfagia por inflamação.
Correta. Na esofagite eosinofílica sem resposta a inibidor de bomba e à dieta, usa-se corticoide tópico deglutido, como fluticasona ou budesonida.
EBSERH / FGV · Exame Nacional de Residência — ENARE 2024/2025 — Acesso Direto — Tipo 1.
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