A · correta
Correta. As afirmações 1 e 3 são verdadeiras; 2 e 4, no enquadramento de avaliação inicial de rotina, são falsas.
Resposta correta: alternativa A. Tema: avaliação inicial do casal infértil: ovulação, reserva ovariana, cavidade e fator masculino.
Casal, ambos com 35 anos, procura atendimento devido à infertilidade conjugal. A mulher tem ciclos regulares e fluxo reduzido. Espermograma: normozoospermia. USTV: ovários de volume normal, sem policistose, útero com cavidade normal. Progesterona: 10 ng/mL, dosada 7 dias antes da menstruação esperada. Histerossalpingografia: patência tubária bilateral. Julgue: (1) há evidências de ovulação; (2) HSG é padrão-ouro para avaliação da cavidade uterina; (3) USTV pode avaliar reserva ovariana; (4) normozoospermia não exclui necessidade de avaliação hormonal no homem. A sequência correta é:
A alternativa correta é a A: V – F – V – F.
Revisado editorialmente
A corresponde à sequência oficial. Progesterona lútea de 10 ng/mL, dosada no momento apropriado, apoia ovulação. Histerossalpingografia avalia principalmente permeabilidade tubária e não é o padrão-ouro da cavidade, cuja avaliação pode exigir histeroscopia. Ultrassom transvaginal, especialmente com contagem de folículos antrais, auxilia na reserva ovariana. Normozoospermia não exige painel hormonal de rotina na ausência de indicação clínica.
Avaliação inicial do casal infértil: ovulação, trompas, reserva ovariana e fator masculino.
Correta. As afirmações 1 e 3 são verdadeiras; 2 e 4, no enquadramento de avaliação inicial de rotina, são falsas.
Incorreta. A terceira afirmação é verdadeira porque o ultrassom transvaginal permite contagem de folículos antrais; a quarta é ampla demais ao sugerir necessidade hormonal mesmo sem indicação clínica ou alteração seminal.
Incorreta. Há evidência de ovulação e a HSG não é o padrão-ouro para avaliação detalhada da cavidade uterina.
Incorreta. Inverte tanto a evidência de ovulação quanto o papel da HSG.
Em 2025, a avaliação de infertilidade já era orientada por função: confirmar ovulação quando necessário, avaliar patência tubária, estimar reserva ovariana em contextos apropriados e solicitar hormônios masculinos de modo direcionado.
Em 2026, não houve mudança estrutural: AMH/AFC continuam estimando reserva e resposta, não probabilidade garantida de concepção; HSG continua central para trompas e hormônios masculinos permanecem guiados por espermograma e clínica.
O conteúdo é essencialmente estável. A atualização relevante é pedagógica: evitar superinterpretar testes de reserva ovariana e evitar painéis hormonais indiscriminados quando o fator masculino inicial não sugere endocrinopatia.
AMB / AMRIGS / ACM / AMMS · Prova AMB, AMRIGS, ACM e AMMS 01/2025 — Residência com Acesso Direto e Autoavaliação.
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