A · incorreta
Incorreta. Infusão contínua de insulina em baixa dose é padrão de tratamento da CAD pediátrica; bolus/intermitência não é estratégia protetora preferível e bolus de insulina deve ser evitado.
Resposta correta: alternativa D. Tema: Sinais de lesão cerebral durante tratamento da cetoacidose diabética.
A cetoacidose diabética na criança predispõe ao risco aumentado de morte por edema cerebral, estando frequentemente associado ao(à):
A alternativa correta é a D: Rebaixamento de sensório nas primeiras 12 horas do manejo.
Revisado editorialmente
D é o sinal de alerta. Rebaixamento do nível de consciência nas primeiras horas do tratamento da cetoacidose diabética sugere lesão cerebral, complicação rara e grave. O manejo exige monitorização neurológica, correção cuidadosa de osmolaridade e eletrólitos e tratamento imediato se houver suspeita; não se deve atribuir o risco simplesmente à insulinização contínua.
Lesão cerebral associada à cetoacidose diabética pediátrica
Incorreta. Infusão contínua de insulina em baixa dose é padrão de tratamento da CAD pediátrica; bolus/intermitência não é estratégia protetora preferível e bolus de insulina deve ser evitado.
Incorreta. Reposição volêmica cuidadosa e protocolizada é necessária e estudos modernos não sustentam a ideia simplista de que hidratação apropriada, por si só, seja causa de lesão cerebral.
Incorreta como marcador específico. Potássio deve ser reposto conforme déficit corporal, concentração sérica e função renal; o risco cerebral não é definido por ultrapassar uma suposta necessidade diária isoladamente.
Correta. Rebaixamento de consciência nas primeiras horas é sinal clássico de possível lesão cerebral associada à CAD e requer reconhecimento e tratamento imediatos.
Em 2025, a ISPAD já enfatizava que lesão cerebral na CAD é multifatorial, que piora neurológica é sinal clínico crítico e que hidratação protocolizada adequada não deve ser evitada por medo simplista de edema cerebral.
A prática atual mantém reconhecimento clínico precoce e tratamento imediato com terapia hiperosmolar quando há suspeita de lesão cerebral, sem aguardar confirmação por imagem antes de intervir em deterioração típica.
Sem mudança de direção: o refinamento moderno é abandonar a explicação monocausal baseada apenas na hidratação e focar gravidade da CAD, vigilância neurológica e tratamento precoce da deterioração.
AMB / AMRIGS / ACM / AMMS · Prova AMB, AMRIGS, ACM e AMMS 01/2025 — Residência com Acesso Direto e Autoavaliação.
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