A · incorreta
Incorreta. Contraceptivo oral combinado reúne dois problemas no caso: contém estrogênio em paciente com antecedente trombótico e depende de absorção gastrointestinal após procedimento bariátrico malabsortivo.
Resposta correta: alternativa B. Tema: contracepção pós-bypass com antecedente de trombose e sangramento aumentado.
Mulher, 30 anos, realizou bypass gástrico há 2 meses e deseja contracepção segura e eficaz até planejar gestação em 1 ano. Tem fluxo menstrual aumentado e história prévia de trombose venosa. Qual é o melhor método anticoncepcional?
A alternativa correta é a B: Sistema intrauterino liberador de levonorgestrel.
Revisado editorialmente
B é correta. O sistema intrauterino com levonorgestrel é altamente eficaz, reduz o sangramento e evita a absorção gastrointestinal. Antecedente de trombose contraindica métodos combinados com estrogênio; após bypass disabsortivo, contraceptivos orais são menos confiáveis. A fertilidade pode retornar rapidamente após retirada, permitindo planejamento.
Escolha contraceptiva após bypass gástrico e antecedente de trombose venosa.
Incorreta. Contraceptivo oral combinado reúne dois problemas no caso: contém estrogênio em paciente com antecedente trombótico e depende de absorção gastrointestinal após procedimento bariátrico malabsortivo.
Correta. O SIU liberador de levonorgestrel é altamente eficaz, não contém estrogênio, não depende da absorção intestinal, é reversível e pode reduzir o fluxo menstrual aumentado.
Incorreta. Embora o adesivo não dependa da absorção gastrointestinal, continua sendo método hormonal combinado com estrogênio e, portanto, mantém a preocupação tromboembólica relevante.
Incorreta. DMPA pode ser opção em algumas pacientes, mas a justificativa está errada: o retorno à fertilidade após a última injeção pode demorar vários meses e não ocorre de forma garantida em dois meses; além disso, o SIU-LNG é mais alinhado às demais características do caso.
Em 2025, o U.S. MEC 2024 já classificava métodos combinados com estrogênio como desfavoráveis ou contraindicados em vários cenários de tromboembolismo venoso e atribuía cautela especial aos contraceptivos orais após procedimentos bariátricos malabsortivos.
Em 2026, a lógica permanece: LARC sem estrogênio e independente de absorção intestinal, como o SIU-LNG, é particularmente adequado após bypass em paciente com história de trombose; o benefício adicional sobre sangramento reforça a escolha.
Não houve mudança relevante desde a prova. O ponto contemporâneo é integrar simultaneamente risco trombótico, anatomia malabsortiva, eficácia contraceptiva, reversibilidade e efeitos sobre o sangramento, em vez de escolher o método por um único atributo.
AMB / AMRIGS / ACM / AMMS · Prova AMB, AMRIGS, ACM e AMMS 01/2025 — Residência com Acesso Direto e Autoavaliação.
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