A · incorreta
Incorreta. Probióticos não são tratamento de primeira linha para constipação funcional com retenção fecal e não substituem desimpactação nem laxativo osmótico.
Resposta correta: alternativa C. Tema: Diagnóstico clínico e tratamento inicial da constipação funcional com retenção fecal.
Menina, 5 anos, vem à consulta com as seguintes queixas, há mais de 6 meses: dor e dificuldade para evacuar, apresentando fezes de grande calibre que, com frequência, entopem o vaso sanitário. Ao exame físico, está em bom estado geral, é eutrófica. Palpa-se grande massa em fossa ilíaca esquerda e observa-se a roupa íntima com restos fecais. Considerando a principal hipótese diagnóstica para o caso, qual deve ser a conduta?
A alternativa correta é a C: Início de laxantes osmóticos.
Revisado editorialmente
C é a conduta inicial. O quadro é de constipação funcional com impactação fecal e escape fecal, diagnosticado clinicamente na maioria dos casos. O tratamento começa com desimpactação, geralmente com laxativo osmótico em dose apropriada, seguida de manutenção, fibras, líquidos e rotina evacuatória; internação fica para casos refratários ou complicados.
Constipação funcional pediátrica com retenção fecal e encoprese por transbordamento
Incorreta. Probióticos não são tratamento de primeira linha para constipação funcional com retenção fecal e não substituem desimpactação nem laxativo osmótico.
Incorreta. Ecografia não é necessária de rotina quando história e exame físico sustentam constipação funcional e não há sinais de alarme.
Correta. Laxantes osmóticos fazem parte do tratamento padrão; diante de massa fecal, deve-se assegurar desimpactação adequada, frequentemente com PEG em dose apropriada, seguida de manutenção.
Incorreta. Enemas podem ser alternativa de desimpactação em situações selecionadas, mas internação para enemas seriados não é a conduta inicial usual em criança estável sem complicações.
Em 2025, diretrizes ESPGHAN/NASPGHAN e critérios funcionais já sustentavam diagnóstico clínico sem imagem de rotina e uso de PEG como opção preferencial para desimpactação e manutenção.
Em 2026, o núcleo terapêutico permanece: diagnóstico clínico quando não há sinais de alarme, desimpactação quando necessária e manutenção com laxativo osmótico, educação e rotina evacuatória.
Conceito essencialmente estável. A atualização não muda o gabarito; apenas reforça que PEG costuma ser preferido quando disponível e que escape fecal retentivo não deve ser tratado como diarreia primária.
AMB / AMRIGS / ACM / AMMS · Prova AMB, AMRIGS, ACM e AMMS 01/2025 — Residência com Acesso Direto e Autoavaliação.
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