A · incorreta
Incorreta. A tomografia de crânio pode ser indicada no trauma, mas não é necessária para calcular a Escala de Coma de Glasgow à beira do leito.
Resposta correta: alternativa D. Tema: Cálculo da Escala de Coma de Glasgow.
Um homem de 27 anos é levado ao pronto atendimento após queda de nível elevado. Depois de assegurar uma via aérea pérvia, a imobilização da coluna cervical e a checagem dos sinais vitais, a resposta ao exame neurológico é a seguinte: flexão normal, sons irreconhecíveis e abertura ocular (todos após estímulos dolorosos). Diante do exposto, assinale a alternativa correta.
A alternativa correta é a D: O homem apresenta 8 pontos na escala de coma de Glasgow.
Revisado editorialmente
A Escala de Coma de Glasgow é calculada à beira-leito pela soma de abertura ocular, resposta verbal e resposta motora, sem depender de tomografia ou avaliação especializada. Abertura ocular à dor vale 2, sons incompreensíveis valem 2 e flexão normal ao estímulo vale 4, totalizando 8 pontos. Isso caracteriza TCE grave e exige avaliação e monitorização, não alta. A alternativa D é a correta.
Cálculo da Escala de Coma de Glasgow e classificação inicial do TCE.
Incorreta. A tomografia de crânio pode ser indicada no trauma, mas não é necessária para calcular a Escala de Coma de Glasgow à beira do leito.
Incorreta. Uma pontuação total de Glasgow 8 se enquadra na faixa de TCE grave, portanto não corresponde à classificação de traumatismo leve.
Incorreta. Avaliação neurocirúrgica pode ser necessária conforme as lesões e a evolução, mas não é requisito para definir a pontuação da escala.
Correta. A soma das melhores respostas descritas é E2 + V2 + M4 = 8 pontos na Escala de Coma de Glasgow.
Incorreta. A tomografia da coluna cervical pode integrar a investigação do trauma, porém não participa de nenhum dos três componentes da Glasgow.
Em 2022, a Glasgow já era o instrumento clínico padrão para quantificar nível de consciência no TCE, com 3–8 geralmente classificado como grave e necessidade de atenção imediata à via aérea e lesões associadas.
A escala permanece central. A nomenclatura moderna prefere descrever estímulo por pressão em vez de simplesmente 'dor' e reforça registrar componentes individuais, modificadores como intubação/sedação e reavaliações seriadas.
A pontuação e o gabarito não mudaram. O refinamento atual é documentar E/V/M separadamente e interpretar Glasgow no contexto de sedação, intubação e fisiologia, sem transformar o número isolado em decisão automática.
EBSERH / Instituto AOCP · Exame Nacional de Residência — ENARE 2022/2023 — Acesso Direto — Tipo 1.
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