A · incorreta
Incorreta. Sinusopatia pode coexistir com sintomas de vias aéreas superiores, mas não constitui a repercussão sistêmica cardiovascular típica cobrada na AOS.
Resposta correta: alternativa B. Tema: apneia obstrutiva do sono como fator de risco para hipertensão.
Homem de 44 anos chega para consulta acompanhado da esposa, a qual reclama que ele ronca muito à noite. Ao final da avaliação, o médico explica que o diagnóstico provável é de apneia obstrutiva do sono. A orientação do profissional deve ser de que tal condição é fator de risco para
A alternativa correta é a B: hipertensão arterial sistêmica.
Revisado editorialmente
A apneia obstrutiva do sono associa-se a hiperatividade simpática, disfunção endotelial e maior risco de hipertensão arterial, inclusive hipertensão resistente.
Apneia obstrutiva do sono como fator de risco e agravante de hipertensão arterial.
Incorreta. Sinusopatia pode coexistir com sintomas de vias aéreas superiores, mas não constitui a repercussão sistêmica cardiovascular típica cobrada na AOS.
Correta. A apneia obstrutiva do sono favorece ativação simpática recorrente e é fator de risco e agravante reconhecido de hipertensão arterial.
Incorreta. Pneumonia é uma infecção do parênquima pulmonar e não representa consequência típica ou associação cardiovascular direta da apneia obstrutiva do sono.
Incorreta. Asma pode coexistir com AOS e influenciar sintomas respiratórios, mas não é a consequência sistêmica principal que o enunciado pretende identificar.
Incorreta. A AOS não causa DPOC; são doenças respiratórias distintas, embora possam coexistir e formar síndrome de sobreposição em alguns pacientes.
Em 2022, AOS já era reconhecida como causa/contribuinte de hipertensão secundária e resistente, com associação a padrão non-dipper e risco cardiovascular aumentado.
O reconhecimento permanece em 2026. A investigação é especialmente relevante em hipertensão resistente e pacientes com alta probabilidade clínica; tratamento da AOS melhora sintomas e pode produzir redução modesta da pressão arterial em muitos pacientes.
Sem mudança conceitual relevante. A prática atual apenas enfatiza melhor estratificação clínica e impacto do tratamento sobre risco cardiovascular global.
EBSERH / Instituto AOCP · Exame Nacional de Residência — ENARE 2022/2023 — Acesso Direto — Tipo 1.
Próximo passo
Responda uma amostra equilibrada e receba uma estimativa por área, com prioridade de revisão.