A · correta
Correta. Cianose central em ambos os casos: um é cardiopatia cianótica neonatal, e o outro é tetralogia de Fallot com crise de hipóxia.
Resposta correta: alternativa A. Tema: diferenciação entre cianose central e periférica em cardiopatias congênitas.
Leia a descrição de 2 casos clínicos de crianças com cianose e responda à pergunta a seguir: Caso 1: recém-nascido, a termo, com 8 horas de vida, pulsos estão cheios, frequência cardíaca de 130 bpm, sopro contínuo mais audível no dorso, frequência respiratória de 56 ipm, ausculta respiratória sem ruídos adventícios. Caso 2: criança de 4 meses. A mãe refere que a criança sempre fica cianótica ao chorar, mas que desta vez está pior. Pulsos estão cheios, frequência cardíaca de 150 bpm, sopro sistólico em rebordo esternal esquerdo alto, frequência respiratória de 48 ipm, ausculta respiratória sem ruídos adventícios. Como se classifica a cianose de cada um dos casos apresentados?

A alternativa correta é a A: Caso 1: central. Caso 2: central.
Revisado editorialmente
Cianose central em ambos os casos: um é cardiopatia cianótica neonatal, e o outro é tetralogia de Fallot com crise de hipóxia.
Diferenciação entre cianose central e periférica em cardiopatias congênitas.
Chamar de periférica a cianose de extremidades sem avaliar mucosas e perfusão.
Cianose central = hipoxemia (mucosas); periférica = perfusão ruim, mucosas rosadas.
Correta. Cianose central em ambos os casos: um é cardiopatia cianótica neonatal, e o outro é tetralogia de Fallot com crise de hipóxia.
Incorreta. No caso 1, a cianose é central, pois há hipoxemia e não há sinais de baixa perfusão.
Incorreta. No caso 2, a cianose ao choro com sopro é central, da tetralogia de Fallot.
Incorreta. Nenhum dos casos é de baixa perfusão periférica; os pulsos estão cheios.
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