A · correta
Correta. Intoxicação por etilenoglicol: acidose metabólica com ânion gap aumentado e compensação respiratória adequada.
Resposta correta: alternativa A. Tema: interpretação de distúrbio acidobásico e intoxicação por etilenoglicol.
Escolar de 9 anos de idade, 35 kg, com história de cefaleia intensa e rebaixamento do nível de consciência há 2 horas, chega à sala de emergência em mau estado geral, hiporresponsivo, com rigidez de mandíbula e nistagmo horizontal, evoluindo rapidamente com crise convulsiva tônico clônica generalizada. O pai refere que a criança ingeriu fluido de radiador, pouco antes do início dos sintomas. Os exames laboratoriais de sangue arterial mostram: Sódio: 140 mEq/L, potássio: 4,0 mEq/L, cloro: 103 mEq/L, cálcio iônico: 0,9 mmol/L, ureia: 36 mg/dL, creatinina: 0,8 mg/dL, glicemia: 72 mg/dL, osmolaridade plasmática: 320 mOsm/L. Gasometria: pH 7,30, PO2 70 mmHg, PCO2 30 mmHg, HCO3 15 mEq/L, SatO2 92%. Qual é o diagnóstico do distúrbio acidobásico?

A alternativa correta é a A: Acidose metabólica de ânion gap aumentado.
Revisado editorialmente
Intoxicação por etilenoglicol: acidose metabólica com ânion gap aumentado e compensação respiratória adequada.
Interpretação de distúrbio acidobásico e intoxicação por etilenoglicol.
Calcular só o pH e o bicarbonato e não aplicar a fórmula de Winter.
AG = Na − Cl − HCO3; Winter: PCO2 esperada = 1,5 × HCO3 + 8 (± 2).
Correta. Intoxicação por etilenoglicol: acidose metabólica com ânion gap aumentado e compensação respiratória adequada.
Incorreta. A PCO2 de 30 é a esperada para a acidose, sem alcalose respiratória adicional.
Incorreta. O ânion gap está aumentado, e a PCO2 baixa descarta acidose respiratória.
Incorreta. O ânion gap é 22, portanto não é normal.
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