A · incorreta
Incorreta. Aguardar uma semana é inadequado diante de oligoâmnio no termo.
Resposta correta: alternativa D. Tema: vitalidade fetal e conduta em oligoâmnio no termo.
Primigesta, 29 anos, com 37 semanas de gestação, com lúpus eritematoso sistêmico, faz avaliação de vitalidade fetal em consulta pré-natal de rotina. Está com a doença sob controle e exames laboratoriais normais. A cardiotocografia realizada hoje está demonstrada abaixo (Figura). A ultrassonografia apresenta feto com peso no P35, com movimentos respiratórios, somáticos e tônus normais e índices de pulsatilidade das artérias umbilical e cerebral média nos percentis 70 e 15, respectivamente. O maior bolsão de líquido amniótico mede 1,5 cm. Figura: Cardiotocografia realizada na consulta de hoje, antes da ultrassonografia. ES=estímulo sonoro Levando-se em consideração o resultado do perfil biofísico fetal, qual a melhor conduta?

A alternativa correta é a D: Indução do trabalho de parto.
Revisado editorialmente
Gestante com LES, a termo e com oligoâmnio (maior bolsão de 1,5 cm): indução do trabalho de parto.
Vitalidade fetal e conduta em oligoâmnio no termo.
Valorizar o Doppler e o peso normais e deixar de lado o oligoâmnio.
Oligoâmnio (MBP < 2 cm) a partir de 37 semanas: interromper, com indução se não houver contraindicação.
Incorreta. Aguardar uma semana é inadequado diante de oligoâmnio no termo.
Incorreta. A cesárea não é indicada de imediato, pois não há sofrimento fetal.
Incorreta. Reavaliar em 24 horas atrasa a conduta para um achado que já indica interrupção.
Correta. Gestante com LES, a termo e com oligoâmnio (maior bolsão de 1,5 cm): indução do trabalho de parto.
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