A · correta
Correta segundo o gabarito definitivo v2. Reúne a estratégia esperada pela banca e propõe reabordagem familiar; no atendimento atual, o esquema deve ser conferido no PNI/CRIE vigente.
Resposta correta: alternativa A. Tema: Imunização do idoso e abordagem da hesitação vacinal.
Idoso de 80 anos, acamado, restrito ao lar e dependente para atividades diárias, não recebeu vacinas do calendário nacional. A filha, cuidadora principal, recusa vacinação por medo de efeitos colaterais e por considerar o pai frágil. A médica de família deve avaliar a situação e propor conduta adequada. Quais vacinas são indicadas para o idoso e como abordar a recusa vacinal?
A alternativa correta é a A: Pneumocócica 23-valente, 1 dose, reforço em 5 anos; dT a cada 10 anos; influenza e covid-19 anuais; hepatite B 3 doses. Agendar nova visita domiciliar com mais familiares.
Revisado editorialmente
A resposta oficial definitiva é a alternativa A. O valor pedagógico do item está em revisar o calendário vacinal vigente do idoso e a abordagem não coercitiva da hesitação vacinal, distinguindo a regra atual do PNI da formulação histórica da prova.
Atualização vacinal do idoso e manejo da hesitação vacinal
Correta segundo o gabarito definitivo v2. Reúne a estratégia esperada pela banca e propõe reabordagem familiar; no atendimento atual, o esquema deve ser conferido no PNI/CRIE vigente.
Incorreta. A abordagem punitiva da hesitação é desproporcional como primeira resposta clínica e a composição vacinal não corresponde ao gabarito.
Incorreta. Usa formulação pneumocócica inadequada ao cenário da prova e troca comunicação por termo de responsabilidade.
Incorreta. Erra o esquema e atribui automaticamente à filha uma autonomia que pertence ao próprio paciente quando ele pode decidir.
Em 2025, a alternativa A refletia o esquema esperado pela banca para um idoso sem vacinação documentada e associava a atualização à reabordagem familiar. A vacinação contra influenza, covid-19, difteria/tétano, hepatite B e pneumococo era determinada por idade, histórico e condições clínicas.
Em 2026, a conduta deve consultar o Calendário Nacional de Vacinação e, quando aplicável, o CRIE, porque esquemas pneumocócicos e recomendações de covid-19 podem ser atualizados. A hesitação deve ser manejada com comunicação centrada na pessoa e respeito à capacidade decisória do idoso.
O princípio clínico não mudou — atualizar vacinas e não tratar fragilidade como contraindicação —, mas o conteúdo operacional do calendário é temporal. A grande atualização editorial é impedir que a lista de 2025 seja reproduzida como prescrição automática em 2026 e explicitar que a decisão não pertence automaticamente à cuidadora.
INEP · Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica 2025.
Próximo passo
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