A · incorreta
Incorreta. Insistir em cristaloide dilui os fatores de coagulação e agrava a coagulopatia.
Resposta correta: alternativa C. Tema: manejo inicial da hemorragia obstétrica grave.
Quintigesta com quatro partos vaginais anteriores, internada com 38 semanas de gravidez e trabalho de parto espontâneo, com recém-nascido nativivo, 4.020 g, Apgar 7-9-10 após 3 horas de trabalho de parto. Após a dequitação, apresenta atonia uterina com sangramento vaginal e, em 4 minutos, o monitor revela PA de 76×54 mmHg e FC de 120 bpm. São tomadas medidas adequadas, como acesso venoso, reposição de cristaloide, coleta de exames, aquecimento e oxigenioterapia. Em paralelo, medidas para corrigir a atonia. Do ponto de vista hemodinâmico, deve-se
A alternativa correta é a C: iniciar protocolo de transfusão maciça.
Revisado editorialmente
Hemorragia pós-parto com choque (PA 76×54, FC 120) já após reposição de cristaloide: iniciar protocolo de transfusão maciça.
Choque hemorrágico obstétrico: reposição e transfusão.
Esperar o resultado de hemoglobina para decidir a transfusão no choque hemorrágico.
Choque hemorrágico obstétrico: transfusão maciça precoce, sem esperar exames.
Incorreta. Insistir em cristaloide dilui os fatores de coagulação e agrava a coagulopatia.
Incorreta. Esperar Hb/Ht atrasa o tratamento, pois a hemoglobina inicial não reflete a perda aguda.
Correta. Choque grave refratário ao cristaloide é indicação do protocolo de transfusão maciça.
Incorreta. A noradrenalina sem reposição de volume e hemocomponentes não trata a causa.
Faculdade de Medicina da USP / FUVEST · Residência Médica FMUSP 2026 — Áreas Básicas e de Acesso Direto — Prova AD1.
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